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Artigos

DESATANDO O SOFRIMENTO MENTAL

DESATANDO O SOFRIMENTO MENTAL


             Este é um texto que pretende esclarecer alguns aspectos do sofrimento emocional e a busca de soluções. As pessoas apresentam sinais de adoecimento mental, decorrentes de várias origens. Primeira: alterações de neurotransmissores, como diminuição da serotonina no cérebro. Aqui predomina aspectos mais biológicos ou hereditários. Nestes casos, os remédios ajudam muito.
            A segunda origem de sofrimento, decorre de desajustes no desenvolvimento da personalidade, algo inerente a conflitos familiares e vivências infantis. Estes desajustes, trazem problemas ao indivíduo diante das exigências da vida, como: desadaptação nos estudos, nas relações amorosas, no trabalho, ou seja, a pessoa tem dificuldade de tomar conta de seu cotidiano. A terceira situação que pode acarretar adoecimento , deriva de traumas ou experiências difíceis do dia a dia. Nestes dois últimos exemplos, a psicoterapia ajudará mais que os remédios, pois ela tem como efeito a descoberta de mecanismos inconscientes que travam a vida e adoecem.
             Pessoas que usam psicofármacos e ainda não se sentem bem, é recomendável fazer uma avaliação com um profissional que faz psicoterapia
( psiquiatra ou psicólogo), pois, os dois tratamentos associados aumentam os índices de recuperação.
Dr Nelio Tombini
Psiquiatra - Diretor da Psicobreve 

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Por que as mulheres tem mais depressão?

          

 Vocês sabiam que as mulheres têm três vezes mais depressão do que os homens? Qual seria o motivo desta desigualdade cruel? Fala-se em problemas hormonais! Na verdade, esta incidência maior de depressão, tem relação com as demandas às quais as mulheres são submetidas ou se submetem na nossa sociedade. Elas têm filhos e precisam amamentá-los e cuidá-los. Têm os companheiros esperando afetos, cuidados com a casa e entrega sexual. Têm o desejo e a necessidade de se afirmarem no mercado de trabalho e auxiliarem na renda familiar. Quando estão tristes ou ansiosas não saem para os botequins tomar chope com as amigas, não vão jogar futebol e não costumam sair com prostitutos. Algumas apanham de seus companheiros.
Só podem ficar mais adoentadas do que os homens! É importante que elas saiam desta armadilha e, para tal, nós homens, temos que ajudá-las. Mulheres com mais saúde mental são fundamentais para o bem-estar de todos.

Nélio Tombini / Psiquiatra e Diretor da Psicobreve

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Nós e as Paraolimpíadas

           NÓS E AS PARAOLIMPÍADAS


          Numa conversa, um amigo relatou-me que não se agradava em assistir as paraolimpíadas,pois sentia-se desconfortado e ansioso. Não soube explicar-me com clareza este seu sentimento. Disse a ele que acompanhei a abertura e emocionei-me. Assisti a algumas provas que me botaram a chorar. Só em escrever este texto me comovo. 

        Pensei sobre o que ouvi e quero dividir com vocês a minha percepção. Acho que meu amigo não se agradou das paraolimpíadas porque todos nós preferimos nos sentir como atletas olímpicos, como se fossemos poderosos, potentes e maravilhosos para sempre. Nós somos potencialmente paraolímpicos, pois amanhã poderemos estar doentes, limitados e incapacitados para uma vida plena. Lembram do Schumacher? Campeoníssimo da Fórmula 1, hoje em coma. Não me refiro só às limitações físicas, mas também a prejuízos psíquicos e emocionais, que em decorrência de sua intensidade poderão nos levar para situações de deficiência e padecimentos diante das exigências da vida. Neste segundo caso, a possibilidade de não percebermos estas nossas limitações é grande. Gera ansiedade a ideia de adoecer, ficar inválido, depender dos outros, envelhecer e morrer!                                         

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AS DISTORÇÕES ENTRE QUEM FALA E QUEM ESCUTA!

         O ser humano deseja ser ouvido. Para tal, fala, grita, esbraveja, briga, empurra e até esmurra. Todos nós sabemos falar, mas poucos têm a sabedoria de serem efetivamente ouvidos e valorizados nas suas falas. Qual seria o diferencial entre o sucesso e o insucesso para que nos escutem? Gostaria de enfatizar alguns recursos que estão presentes em nossos diálogos. A hora ou o momento que falamos, o conteúdo da conversa e a forma.

        Começamos pela HORA ou TIME. Se preciso conversar algum assunto mais delicado com alguém, o melhor que o faça reservadamente (time certo), ao invés de chegar na frente de outras pessoas e descascar o que quero dizer (time errado).
         O CONTEÚDO é como recheamos o nosso diálogo, através de dados, exemplos, percepções e observações, etc. Se chegarmos dizendo qualquer bobagem, sem alicercearmos bem a nossa explanação, não funcionará. Não é recomendável vir com este papo: “eu acho”.
         A FORMA tem relação com o nosso tom de voz e a emoção que colocamos nas palavras. Falar alto, gritar, mostrar-se irritado, é gol contra.
        Para terminar, não podemos esquecer que o humor e o pensamento também distorcem. Alguns são desconfiados, acham que tudo é contra eles, que ninguém gosta deles. Os deprimidos tendem a se culparem por todas desventuras e assumem internamente toda a desgraça alheia. O ansioso, não escuta, só quer falar. Em tempo, não conversem nenhum assunto sério com quem bebeu demais. O álcool altera a escuta e a palavra, além do mais quem bebeu tende a não lembrar a conversa no outro dia.

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Como entender o episódio dos nadadores americanos nas Olimpíadas

COMO ENTENDER O EPISÓDIO DOS NADADORES AMERICANOS NAS OLIMPÍADAS! 

 
 
Acompanhamos o episódio dos nadadores americanos mentindo para o mundo e denegrindo a imagem do Brasil. Seguramente, estes  jovens nadadores não devem ser pessoas com distúrbio de conduta ou maus elementos. Conseguiram estragar suas carreiras de esportistas e ficarem mal aos olhos dos atletas e da população americana e do mundo.
O que poderia explicar esta situação criada por eles? O uso excessivo do álcool. Pessoas matam no trânsito, em festas, na comunidade, ou mesmo entre amigos e familiares, devido o uso excessivo do álcool. Só para lembrar, o álcool é uma droga como maconha, cocaína, crack, mas com o diferencial que é aceita socialmente. Do ponto de vista de saúde pública, a dependência do álcool é o maior problema que o país  enfrenta. O uso do álcool serve como um artifício para pessoas com dificuldades diversas na vida. Tentam superar estas barreiras internas ou externas bebendo.
Para enriquecer nossa conversa, lembrei de dividir com vocês, uma passagem que teria acontecido com Noé. Quando acabou dilúvio, desceu da Arca e teria bebido vinho demais, ficando nu em sua barraca, criando constrangimento à Deus e sua família. Mesmo Noé um homem puro e escolhido por Deus para uma missão nobre, atrapalhou-se com a bebida.
Resumindo, como é fácil mudarmos o curso de nossas vidas, para pior, em tão pouco tempo, em decorrência do uso do álcool.

 

Nelio Tombini

 

 

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O Viagra Feminino

A notícia como é descrita na mídia é maravilhosa! Agora as mulheres estarão prontas para terem mais prazer sexual, desde que tomem um comprimido diário da medicação cor de rosa. Aadyi é o nome comercial da medicação disponível nos EUA. Foi descoberta ao acaso, na pesquisa de um antidepressivo. O fármaco acarreta um efeito sobre o cérebro. Tomando um comprimido ao dia, durante dois meses se alcançaria uma relação prazerosa uma vez ao mês. Nem pensar em ingerir álcool com a medicação, pois leva à queda da pressão arterial. Na hora “H” a mulher pode desmaiar.

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Depressão versus Depressão

Está muito na moda o diagnóstico de depressão, o que por um lado é bom, pois, desta forma, muitas pessoas não diagnosticadas terão ajuda para esta doença. Refiro-me aqui, a aquela depressão de origem biológica, bioquímica.

Por outro lado, há um excesso deste diagnóstico, o qual é outro tipo de depressão, que não responderá a remédios e que poderá ter um “papel protetor” na vida de algumas pessoas.

Parece uma conversa de louco, mas vou tentar explicar. Existe depressão que tem um componente bioquímico, familiar e genético, onde as medicações ajudam. São situações que o sujeito pode adoecer sem que tenha razões concretas. Claro, que alguns que tenham pré-disposição genética, adoecem com pequenos fatores desencadeantes do dia a dia.

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ANALFABETOS EMOCIONAIS

Sempre que não estamos bem emocionalmente (desanimados, abatidos ou ansiosos), ficamos muito aflitos, tanto pelo sofrimento em si quanto em decorrência de não sabermos claramente a origem desse mal-estar.
Tentamos enfrentar essas situações de várias formas, tais como: fazendo exercícios, indo a festas, viajando, fazendo compras, comendo, bebendo, usando drogas, transando mais com o mesmo companheiro (a) ou com vários (as) etc.

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