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Artigos

Transtorno Bipolar -TBP

Trata-se de uma doença ou transtorno que altera o humor ou afeto.
O humor oscila normalmente, de acordo com situações do dia-a-dia, agradáveis ou desagradáveis. Imaginem o nosso humor como a “bateria de um carro” com energia acumulada. A bateria ficando fraca o carro pode ter problemas para pegar (depressão), mas se a bateria esta com carga demais pode dar um curto-circuito e também não funciona (euforia exagerada, excesso de energia).

A queda do humor seria igual à depressão. Existem pessoas com depressão crônica, mas de intensidade leve a moderada. Estes fazem suas coisas, mas com muito esforço e sem prazer. É como se carregassem  um peso nas costas. Estas depressões chamamos na psiquiatria de DISTIMIA.

 

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Os maus tratos aos pacientes do SUS.

É muito comum a ocorrência de maus tratos entre as pessoas. Não me refiro os maus tratos físicos ou abusos sexuais, mas palavras e atitudes do dia a dia. Um exemplo comum é quando alguém nos diz algo que não gostamos. Quando mostramos nossa chateação, rápida e espertamente o nosso interlocutor diz que “estava brincando”.

A safadeza e corrupção que verificamos na postura de muitos políticos, obviamente repercutem no nosso imaginário e é “sim” um mau trato que recebemos. Só que é difícil medir os efeitos e as repercussões danosas que causam em cada um de nós.

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As inseguranças médicas.

A relação de confiança e empatia entre médico e paciente é fundamental para a boa evolução de um tratamento. Além desta boa relação, espera-se que o resultado deste acompanhamento médico seja exitoso.

Existem situações, que a enfermidade não melhora apesar das diferentes abordagens terapêuticas. Quando os pacientes e os familiares se deparam com uma situação desta natureza, não sabem o que fazer.

Geralmente entregam-se nas mãos do médico e de Deus.
Diante de um fato desta natureza, o mais adequado seria que o profissional e/ou os familiares, sugerissem escutar a opinião de um outro colega.

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Dá para aplaudir estes ídolos da bola?

O ser humano precisa de líderes e ídolos, pessoas com as quais possamos nos identificar e que estejam em um papel de destaque, um  papel que gostaríamos de ocupar. Neste momento o mundo está carente destas pessoas. Na vida política, muitos de nossos líderes nos enganam, tapeiam, mentem e ”não estão nem aí para nós”.

As pessoas se dividem em dois grupos, as que pensam e as que não pensam. Quando os políticos falam e tentam explicar o inexplicável, obviamente imaginam que suas palavras  são dogmáticas e não serão contestadas. É evidente que o grupo que pensa sente-se injuriado e desqualificado com a falta de cuidado destes "enganadores de plantão".

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Crônica sobre o filme - O Cisne Negro -

Resolvi fazer alguns comentários sobre este filme que concorre ao Oscar. Penso que o público leigo, não muito familiarizado com os fenômenos do mundo imaginário ou psíquico, poderá se confundir com as cenas do filme. O diretor mistura cenas reais com sonhos e imaginações da personagem principal, Nina a bailarina.

Nina almeja um papel principal na companhia de dança, mas tem dificuldades que atrapalham esta caminhada. É talentosa, mas tem pouca criatividade, alegria e espontaneidade. Busca a perfeição,mas perde sua capacidade de ousar. É uma mulher com talentos para a dança, mas sua vida emocional, afetiva e sexual é pobre e infantilizada.

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Como proteger as crianças do pedófilos.

A pedofilia é um problema muito maior do que imaginamos. Os casos de pedofilia denunciados não devem representar mais do que dez por cento dos abusos sofridos. Este trauma desenvolve um adoecimento mental em cascata, pois quando os abusados crescem, provavelmente terão dificuldades de aproveitarem a vida afetiva e sexual, bem como, de relacionarem-se intimamente com as pessoas.

As meninas são as maiores vítimas. A criança, além de sofrer pelo abuso, sofre também em decorrência do temor de revelar esse terrível segredo, pois o abusador, geralmente, faz ameaças para que não revele a ninguém. Outra dificuldade presente decorre do temor da criança de falar sobre o abuso e não acreditarem nela. Quando consegue contar o trauma ocorrido corre o risco de a mãe não acreditar que o pai ou algum outro adulto próximo estariam abusando-a. O pior é  quando a criança escuta do(s) pai(s) que ela também foi responsável pelo abuso, pois sua maneira de ser, falar ou vestir-se provocou o abusador.

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As falcatruas do dia a dia.

Nosso cotidiano é recheado de atitudes enganadoras e tapeadoras que não deixam de ser falcatruas. Acompanhamos com freqüência pessoas usando de esperteza para tirar vantagens. É difícil nos opormos a isto, pois muitas vezes nos identificamos inconscientemente com o espertalhão e com o desejo de também levarmos vantagem.

Exemplos de falcatruas: Quando o filho pega o carro escondido do pai e a
mãe alia-se a ele para que o pai não saiba, ou o rapaz alia-se ao pai para que a mãe não saiba que a namorada engravidou e irão interromper a gestação.

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Comer e beber no cinema.

Confesso que acho este assunto espinhoso, pois cada vez aumenta o número de pessoas que comem e bebem no cinema. A fila para comprar pipoca é do tamanho da fila dos ingressos. O pacote da pipoca é tão grande que é possível esconder a cara atrás dele, se não desejamos cumprimentar alguém.

Faz pouco tempo que não se comia e nem se bebia nos cinemas e ninguém parecia estar mais infeliz. No entanto, faz muito tempo em que se fumava nos cinemas e, também, ninguém parecia incomodado ou infeliz.

As pessoas se aborrecem se durante o filme, alguém esta cochichando ou conversando, logo se houve um “psiiu”. Bem, celular tocando e se falando nele pode dar rolo grosso.

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Confraria para morrer

Tenho ouvido de muitas pessoas o seguinte: se eu estiver numa situação de fim da vida degradante, vegetativa ou coma irreversível quero que antecipem minha partida, que não me deixem sofrer. Quando escuto este desabafo, penso: quem, lá na frente, irá acolher este pedido? Claro que ninguém dará atenção à vontade desta pessoa, caso venha se deparar com a situação referida.

 Ouvindo estas declarações pensei em escrever este POLÊMICO artigo. Nossa expectativa de vida aumentou e teremos, em contrapartida, doenças terminais crônicas e, talvez com mais sofrimento. Sabemos que a eutanásia (morte induzida) é ilegal em nosso país. Por outro lado, me pergunto: temos ou não o direito de decidir como queremos e em que condições desejamos morrer? Sim temos esse direito.

 Outro dia fui ao meu dentista que é um sujeito irreverente e divertido. Contou-me que sua mãe estava vegetativa e que não agüentava vê-la naquela situação. Entramos no assunto de envelhecer, adoecer e morrer.

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