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Artigos

As falcatruas do dia a dia.

Nosso cotidiano é recheado de atitudes enganadoras e tapeadoras que não deixam de ser falcatruas. Acompanhamos com freqüência pessoas usando de esperteza para tirar vantagens. É difícil nos opormos a isto, pois muitas vezes nos identificamos inconscientemente com o espertalhão e com o desejo de também levarmos vantagem.

Exemplos de falcatruas: Quando o filho pega o carro escondido do pai e a
mãe alia-se a ele para que o pai não saiba, ou o rapaz alia-se ao pai para que a mãe não saiba que a namorada engravidou e irão interromper a gestação.

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Comer e beber no cinema.

Confesso que acho este assunto espinhoso, pois cada vez aumenta o número de pessoas que comem e bebem no cinema. A fila para comprar pipoca é do tamanho da fila dos ingressos. O pacote da pipoca é tão grande que é possível esconder a cara atrás dele, se não desejamos cumprimentar alguém.

Faz pouco tempo que não se comia e nem se bebia nos cinemas e ninguém parecia estar mais infeliz. No entanto, faz muito tempo em que se fumava nos cinemas e, também, ninguém parecia incomodado ou infeliz.

As pessoas se aborrecem se durante o filme, alguém esta cochichando ou conversando, logo se houve um “psiiu”. Bem, celular tocando e se falando nele pode dar rolo grosso.

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Confraria para morrer

Tenho ouvido de muitas pessoas o seguinte: se eu estiver numa situação de fim da vida degradante, vegetativa ou coma irreversível quero que antecipem minha partida, que não me deixem sofrer. Quando escuto este desabafo, penso: quem, lá na frente, irá acolher este pedido? Claro que ninguém dará atenção à vontade desta pessoa, caso venha se deparar com a situação referida.

 Ouvindo estas declarações pensei em escrever este POLÊMICO artigo. Nossa expectativa de vida aumentou e teremos, em contrapartida, doenças terminais crônicas e, talvez com mais sofrimento. Sabemos que a eutanásia (morte induzida) é ilegal em nosso país. Por outro lado, me pergunto: temos ou não o direito de decidir como queremos e em que condições desejamos morrer? Sim temos esse direito.

 Outro dia fui ao meu dentista que é um sujeito irreverente e divertido. Contou-me que sua mãe estava vegetativa e que não agüentava vê-la naquela situação. Entramos no assunto de envelhecer, adoecer e morrer.

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As várias caras da depressão.

Depressão versus depressão. Pode parecer estranho, mas é importante identificar se você realmente está doente ou não, para saber o tipo de tratamento adequado para você.

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Crônica sobre o Filme A Caça

As palavras, as atitudes e os gestos muitas vezes são entendidos pela outra pessoa de uma forma completamente distinta de quem ofereceu. O filme "A Caça" mostra claramente essa desconexão e as confusões inerentes ao fato. Uma criança relata fatos não verdadeiros para se vingar de um professor muito querido por ela, mas que não lhe dava atenção que desejava.

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MINHA TESE SOBRE O FILME: “TESE SOBRE UM HOMICÍDIO”

Dr. Nelio Tombini escreveu um artigo sobre o filme, "TESE DE UM HOMICÍDIO", estrelado pelo grande ator argentino Ricardo Darin. O entendimento do que efetivamente ocorreu no enredo do filme é controverso. As pessoas ficam muito reflexivas ao final do filme, tentando entender o que de fato se passou neste drama. O  Dr. Nelio oferece uma visão sob o ponto de vista da psiquiatria para que vocês possam cotejar com suas percepções.

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Reflexões sobre a Pedofilia

A pedofilia é um problema muito maior do que imaginamos. Os casos de pedofilia denunciados não devem representar mais do que dez por cento dos abusos sofridos. Por que estou trazendo esse assunto para reflexão?  Pela gravidade do fato em si e pelas graves repercussões causadas na mente dos abusados e nas relações familiares. Esse trauma desenvolve um adoecimento mental em cascata, pois quando os abusados crescem, provavelmente, terão dificuldades de aproveitarem a vida afetiva e sexual, bem como de relacionarem-se intimamente com as pessoas.

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A HISTÓRIA DE UM FALSO BIPOLAR

De início foi bem difícil, pois eu era muito fechado e retraído, os silêncios eram muito frequêntes sendo as minhas respostas monossilábicas e vagas. As sessões se assimilavam a uma escavação arqueológica, nunca chegando ao fundo absoluto, pois sempre havia um “fale mais sobre isso”.

Mesmo assim, foi um período importante, pois apesar de todas as dificuldades, concluí a faculdade depois de sete anos. Mas havia  qualquer coisa melancólica permanente, uma insatisfação contínua, uma sensação de injustiça constante. Nunca conseguia atingir expectativas, nada era bom o suficiente e era fácil eu explodir por motivos aparentemente superficiais.

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Os estragos causados pela onipotência no nosso cotidiano

O ser humano acha que pode tudo diante da vida. Gosta de mandar em todos e espera que seus pensamentos e desejos sejam acatados quando expostos. Algumas pessoas exercem com maestria essa postura, aniquilando aqueles que os cercam. Pode ser na política, no trabalho, na família e nas relações amorosas.

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